DICA DO DIA
Três elementos necessários tal qual o ar que respiramos, se quisermos ter uma VIDA pautada na ALEGRIA e EQUILÍBRIO.
Medite nisto…
DICA DO DIA
HISTÓRIAS DO MEU PAPAI NOEL
Autora: Ana Kátia Valias (05/11/2006)
Nesta postagem você vai ficar conhecendo a minha saga para conhecer o tão famoso e bom velhinho de bigodes e barbas brancas, mais conhecido como Papai Noel.
Era uma vez…
Histórias do meu Papai Noel.
Tá certo que Natal é para festejar o nascimento de Jesus. No entanto, não existe uma só pessoa neste mundo que não tenha esperado o Papai Noel nesta data. Desde menina sempre gostei de esperar por ele. Com o passar dos anos acabei por colecionar algumas histórias fantásticas e até mesmo engraçadas sobre ele. Algumas ainda me lembro, outras se perderam no tempo. As que me lembro, passo a contar-lhes agora.
Era ainda bem pequena e até aquele Natal ainda não tinha conseguido ver o famoso Papai Noel. Esperava por ele junto com meus irmãos e pensava que neste ano ele não iria me escapar. Já estava demorando quando ouvimos um barulho no forro de casa. Nossa casa era de forro em madeira e não de laje. Foi um corre, corre danado. E aí ouvimos alguém gritar la de fora:
- Papai Noel está preso na chaminé. (Pode acreditar, minha casa tinha chaminé e fogão de lenha)
- Desta vez ele não vai escapar – Falei e saí correndo pro quintal.
A cena até parecia engraçada, eu e meus irmãos parados olhando para o telhado e os adultos falando e rindo ao mesmo tempo. Alguns diziam que estavam vendo os pés dele de fora da chaminé. Eu, particularmente, não via nada. também pudera: Como ele ia caber naquela chaminé tão pequena, gordo do jeito que ele era? Bem, no final das contas, quando voltamos para a sala nossos presentes estavam lá.
No natal seguinte, outro fato curioso aconteceu. Como sempre estávamos todos esperando pelo famoso e misterioso Papai Noel quando finalmente ele apareceu. Desta vez eu ia conhecer o glorioso. A figura estava ali, parada bem na minha frente. Logo de cara achei que tinha algo errado. Onde estavam as barbas daquele bom velhinho? E o que ele estava fazia de cabelo comprido e saias? Minha surpresa foi tão grande que comecei a rir. Ri tanto que quase fiz xixi na calça. Entre uma risada e outra fiquei sabendo que aquela era a “Mamãe Noel”. O velhinho estava com problemas na coluna desde o natal passado quando ficou preso na chaminé. Depois desta explicação o riso foi embora e o natal também. O jeito era esperar o próximo ano para conhecer o bom velhinho com problemas na coluna.
Passei aquele ano contando os dias para a chegada do Natal. Custou um pouco, mas ele chegou. Estava ansiosa para saber se Papai Noel tinha melhorado do seu problema da coluna. Tinha ouvido boatos de que ele tinha até feito dieta, regime mesmo, para melhorar. Naquela noite tudo era diferente, pois meus primos tinham vindo passar as festas conosco. Tudo teria dado certo se o forno não tivesse explodido na cara da minha prima. Ela passou aquela noite no hospital.
AH! E o Papai Noel? Bem este eu vi de relance. Estava tão magro e pão duro nos presentes que até parecia que tinham feito dieta junto com ele. Os boatos estavam certos. Ele tinha mesmo feito dieta devido aos sérios problemas na coluna. Coitado! Tudo por conta de uma chaminé apertadinha.
O ano passou e chegou novamente o natal. Eu e meus irmãos decidimos marcar um encontro com Papai Noel. Para isto precisávamos saber onde ele estava, ou seja, onde ele morava. Foi então que demos de detetive e saímos em busca de informações.Tivemos muitas respostas. Algumas até estranhas, mas conseguimos pelo menos o número do telefone dele. Eu mesma liguei pois queria ter certeza que desta vez ele apareceria. Ficou marcado que ele viria na noite do dia 24 de dezembro. na noite marcada, lá estávamos nós esperando o bom Noel. E não é que ele apareceu! Não deu para ver direito porque ele jogou os presentes e saiu correndo. Acontece que quando chegou sua barba caiu. Foi aí que eu achei que conhecia aquele Papai Noel de algum lugar. Só que até hoje não sei de onde.
Muitos anos se passaram, eu cresci e não consegui conhecer o Papai Noel. Ele ficou lá atrás na minha infância.
No entanto, estas experiências ficaram marcadas para que eu pudesse contar agora, fazendo vocês viajarem nas asas da imaginação.
A história que você acabou de ler é da minha autoria, bem como toda a criação acima. Usei papel cartão de pastas velhas, ilustrações retiradas de cartões natalinos que recebi, algumas fotografias do meu filho Lucas, completei com alguns desenhos e colagens. O resultado foi este.
Mas é hora de virar a página porque esta história entrou por uma chaminé e saiu pela outra. E quem quiser que conte outra…..
Mais uma vez: histórias… Não sei quem é o autor desta, mas já a contei diversas vezes. E de tanto contar acabei por fazer o material, neste caso em fantoches de palito. Usei E.V.A., palitos de picolé e olhinhos.
E para você que não conhece, lá vai a história…
( OU O PASSARINHO SEM COR)
(ADAPTADO DO FOLCLORE)
Tudo nesta vida é obra e criação de Deus. Não desista de seus sonhos pois…
Contar histórias é uma arte. Deve dar prazer a quem conta e ao ouvinte. Se você tem complexo de inferioridade, conte uma história. A atenção do ouvinte eleva a moral. Se você teve um dia difícil, conte uma história. A satisfação, o prazer dos ouvintes, a expressão de deleite em suas faces, o próprio prazer que você sentirá haverão de leva-lo a repetir esta experiência muitas e muitas vezes. Se você quiser mais além, escreva uma história. É fascinante!!!!
Era uma vez…
A ORIGEM DA BOLA, EM VERSO E EM PROSA
Como podem ver esta “história” foi escrita por mim. Fiz os versos e montei o álbum em E.V.A. Todas as figuras são removíveis. Elas são fixadas com velcro à medida em que o contador vai narrando cada quadro.
Enfim, literatura e arte requer um constante exercício de criatividade. Coisas simples, quando usadas na hora apropriada enriquecerão o trabalho.
No mais, um grande beijo.
Fique agora com mais esta história…